Até 40% dos residentes com sintomas depressivos
Isolamento social, apatia e sintomas depressivos comprometem a qualidade de vida, a adesão à rotina terapêutica e a reputação da instituição.
Setor privado · Geriatria & ILPIs
Intervenções Assistidas por Cães em Residenciais Sênior, ILPIs e Centros Dia, integradas à equipe multidisciplinar com foco em envelhecimento ativo e biossegurança rigorosa.
Painel do Gestor
Até 40% dos residentes com sintomas depressivos
Isolamento social, apatia e sintomas depressivos comprometem a qualidade de vida, a adesão à rotina terapêutica e a reputação da instituição.
Menos apatia e maior engajamento social
Aumento da participação em atividades coletivas e nas sessões de fisioterapia, terapia ocupacional e estimulação cognitiva.
Diferencial que sustenta valorização de mensalidade
Programas de bem-estar assistido por cães são citados por famílias como fator decisivo de escolha, reduzindo vacância de vagas.
Investimento institucional ou Fundo Nacional do Idoso
Unidades privadas tratam como despesa operacional de diferenciação; ILPIs conveniadas acessam o FNI e emendas parlamentares.
Oferta de entrada · Baixo risco
Uma intervenção pontual de alto impacto para sua equipe, com relatório de indicadores técnicos e enquadramento imediato em políticas de humanização, bem-estar do cuidador e diferencial de mercado.
01 Sessão/Workshop Prático no local, conduzido por profissional habilitado com condutor especialista e cão de intervenção.
Mapeamento de Clima e Estresse pré e pós-intervenção, com instrumentos aplicados no próprio dia.
Relatório Técnico de indicadores para CIPA/SST ou para a gestão de geriatria e residenciais sênior.
Mecanismos de ação
Intervenções estruturadas para estimular cognição, motricidade, vínculo afetivo e segurança sanitária em ambientes de cuidado prolongado.
O cão atua como catalisador bioafetivo, estimulando a memória recente e remota, a linguagem espontânea e a orientação temporal e espacial.
Atividades guiadas de escovação, carinho e jogos leves que ampliam a amplitude de movimento e a coordenação motora fina de forma prazerosa e espontânea.
Redução significativa de sintomas depressivos, apatia e isolamento social, promovendo a reconexão interpessoal e o sentimento de pertencimento.
Protocolo microbiológico e veterinário rigoroso, com cães selecionados por temperamento dócil e dessensibilizados para convivência com bengalas, andadores e cadeiras de rodas.
Protocolo em 100% dos atendimentos
Em todas as nossas atividades com residentes idosos, o cão de intervenção é acompanhado por um condutor especialista durante toda a atividade e não permanece no local fora do horário da sessão. Essa regra sustenta o foco clínico, segurança do participante, bem-estar animal e a integridade do processo — e faz parte do escopo gerenciado pelo Instituto, sem sobrecarga para a instituição contratante.
O terapeuta conduz o atendimento enquanto o condutor cuida da condução adequada do cão, sem dividir a atenção entre paciente e animal.
O animal chega e sai junto com o condutor, participa ativamente da atividade e é retirado ao final, preservando sua qualidade de vida e rotina.
Oferecemos formação para o profissional que atuará junto ao condutor e para toda a equipe que conviverá com o animal, alinhando cineterapia, biossegurança e objetivos da instituição.
Cronograma de implantação
Como estruturamos e colocamos em operação um programa assistido por cães em ILPIs, residenciais sênior e Centros Dia, do primeiro contato ao relatório de indicadores.
Reunião técnica com a gestão, leitura do contexto, definição de metas, público e indicadores. Saída: escopo e plano de trabalho.
Seleção dos participantes, checagem de contraindicações, alergias, fobias e assinatura dos termos de consentimento e imagem.
Sessões conduzidas por profissional habilitado + condutor especialista + cão de intervenção, com protocolo sanitário aplicado antes e depois.
Consolidação dos indicadores do ciclo, registro de intercorrências e recomendações técnicas para continuidade ou ampliação.
Corpo técnico
Cada programa é montado com os profissionais exigidos pelo objetivo contratado, com responsabilidade técnica formalizada.
Psicologia
Objetivos de saúde mental, vínculo terapêutico, regulação emocional e escuta qualificada.
Terapia Ocupacional
Desempenho ocupacional, rotina, autonomia e adaptação de atividades.
Fisioterapia
Mobilidade, amplitude de movimento, coordenação e adesão à reabilitação.
Medicina Veterinária
Aptidão, sanidade, exames em vigência e bem-estar do cão de intervenção.
Condutores Especialistas
Manejo técnico do cão e domínio dos objetivos da sessão — o cão nunca atua sem condução qualificada.
Educação e capacitação
Formação da equipe da contratante sobre cinoterapia, convivência segura e papel de cada profissional.
Materiais técnicos
Documentos demonstrativos para avaliação interna da sua equipe antes da reunião técnica sobre ILPIs, residenciais sênior e Centros Dia.
Template institucional com identificação do programa, registro por sessão, indicadores de gestão, checklist de biossegurança e campos de responsabilidade técnica.
PDF demonstrativo · 2 páginas
Baixar PDFEscopo dos programas, diferença entre voluntariado recreativo e intervenção estruturada, fluxo de implantação, corpo técnico, conformidade e modelos de contratação.
PDF demonstrativo · 2 páginas
Baixar PDFConformidade com a LGPD
Os materiais disponibilizados são templates institucionais. Nenhum dado real de pacientes, alunos ou assistidos é publicado no site ou armazenado fora do prontuário da instituição contratante. Em projetos ativos, o tratamento de dados segue a LGPD (Lei 13.709/2018), com termos de consentimento, minimização de dados e guarda sob responsabilidade técnica do profissional habilitado.
Impacto para a gestão
Nota: As estimativas e projeções de impacto monetário, operacional e percentual apresentadas baseiam-se em dados consolidados da literatura científica internacional (Marcus et al., Cole et al., Jalongo et al., Spruin et al.) e em simulações de cenários operacionais. Os resultados reais podem variar de acordo com o porte, taxa de ocupação, perfil epidemiológico e adesão institucional de cada contratante.
Estrutura da proposta
O que muda na rotina dos residentes, quais normas ficam cobertas e de onde sai o recurso — sem impacto no orçamento corrente.
Eficiência Operacional · O Como
Conformidade & Blindagem Institucional · O Porquê Agora
Impacto, Conformidade e Custeio · O Retorno
Engenharia de contratação
Caminho administrativo, prazo e pré-requisitos para viabilizar o programa em ILPIs, residenciais sênior e centros dia.
20 a 40 dias entre visita técnica e primeira sessão
O custo do risco de não agir
Manter o cenário atual custa retenção de residentes, estabilidade da equipe e segurança diante de fiscalizações.
Sobrecarga emocional no cuidado de quadros depressivos avançados aumenta afastamento e turnover da equipe.
Concorrentes com diferencial de bem-estar comprovado atraem famílias e residentes.
Ausência de evidência formal de humanização fragiliza a instituição diante da Vigilância Sanitária.
Sem intervenção estruturada, quadros de apatia e depressão evoluem e elevam o custo assistencial.
Nota: As estimativas e projeções de impacto monetário, operacional e percentual apresentadas baseiam-se em dados consolidados da literatura científica internacional (Marcus et al., Cole et al., Jalongo et al., Spruin et al.) e em simulações de cenários operacionais. Os resultados reais podem variar de acordo com o porte, taxa de ocupação, perfil epidemiológico e adesão institucional de cada contratante.
Projetos 100% custeados via fontes orçamentárias e fundos institucionais. O paciente, o aluno ou o cidadão recebe intervenção clínica de alta performance sem qualquer custo financeiro.
Próximo passo
Avaliamos espaço, perfil dos residentes, rotina da equipe e restrições sanitárias antes de propor o cronograma de atendimentos.