Saúde Integrativa Multidisciplinar

Cães de intervenção integrados ao plano terapêutico da sua instituição

Não substituímos a clínica: aumentamos a adesão, a tolerância ao tratamento e a qualidade do vínculo terapêutico. Cada sessão é conduzida por profissional de saúde habilitado com condutor especialista, sob metas individuais, biossegurança e relatórios de evolução.

Painel do Gestor

Leitura rápida para diretores técnicos, gestores de secretarias de saúde e CCIH

Gargalo atual

Até 30% de faltas em reabilitação

Absenteísmo e recusa de procedimento travam agenda, leito e produção ambulatorial já contratada.

Resultado clínico/operacional

+20% a 30% de tempo em tarefa

Mais tolerância ao esforço por sessão e 1 a 2 dias a menos de permanência em reabilitação.

Retorno econômico

~R$ 7.200/mês por agenda recuperada

Em 500 sessões/mês a R$ 120, recuperar 60 sessões antes ociosas; cada dia de leito evitado libera cerca de R$ 900.

Fonte de custeio

Fundo Municipal de Saúde e emendas impositivas

Também via PRONAS/PCD, recursos de humanização, filantropia hospitalar e verba própria de operadoras.

Oferta de entrada · Baixo risco

Experimente a Metodologia na Prática: Vivência Piloto de Descompressão & Saúde Mental

Uma intervenção pontual de alto impacto para sua equipe, com relatório de indicadores técnicos e enquadramento imediato em políticas de humanização, saúde do trabalhador e NR-1.

O que a Vivência Piloto inclui

  • 01 Sessão/Workshop Prático no local, conduzido por profissional habilitado com condutor especialista e cão de intervenção.

  • Mapeamento de Clima e Estresse pré e pós-intervenção, com instrumentos aplicados no próprio dia.

  • Relatório Técnico de indicadores para CIPA/SST ou para a gestão de saúde.

Formato
Evento único: SIPAT, Dia do Servidor, Ação de Saúde Mental ou Treinamento Executivo.
Facilidade de contratação
Adesão simplificada / contratação direta, sem licitação complexa nem contrato anual contínuo.
Falar no WhatsApp comercial

Especialidades

Mecanismo de ação por área assistencial

Descrevemos o que muda na sessão, em linguagem compartilhada entre a equipe técnica e a gestão — sem jargão acadêmico e sem reduzir o trabalho a comandos de obediência.

Fisioterapia e Terapia Ocupacional

O cão funciona como ponto de engajamento proprioceptivo e motor: o paciente amplia a tolerância ao esforço, a amplitude de movimento e a coordenação funcional dentro de uma tarefa que faz sentido para ele.

Fonoaudiologia

A presença do cão reduz a ansiedade de desempenho e a inibição social, criando um ambiente neutro em que o paciente estabelece intenção comunicativa espontânea e sustenta a prática fonética por mais tempo.

Medicina, Hospitalar e Alta Complexidade

Modulação fisiológica do estresse, com estabilização de sinais vitais e amenização do trauma da hospitalização em pediatria, oncologia, geriatria, internações prolongadas e leitos de UTI, sob liberação clínica e protocolo sanitário.

Psicologia e Saúde Mental

Regulação emocional e construção de vínculo de confiança em processos de ansiedade, depressão, trauma e luto, favorecendo abertura terapêutica sem exposição forçada.

Odontologia, Centros de Imagem e Procedimentos

Redução do estresse antecipatório em consultórios odontológicos, centros de imagem e diagnóstico e clínicas, com suporte em exames e menor necessidade de sedação ou ansiolíticos em pediatria, aumentando a colaboração do paciente.

Para a gestão

Dados de Impacto e Indicadores para a Gestão de Saúde

O que a diretoria clínica e administrativa acompanha quando o programa entra em operação.

Adesão

Adesão terapêutica

Redução do absenteísmo e das faltas não justificadas nas sessões programadas.

Tempo em tarefa

Tolerância ao esforço

Aumento na tolerância ao esforço e na permanência em treinos de marcha e equilíbrio.

Eficiência

Eficiência operacional

Otimização do giro de vagas e aceleração de altas em programas de reabilitação.

Risco mitigado

Gestão do passivo sanitário

Atuação em dupla técnica, adequação à CCIH e remoção imediata do cão após a sessão.

Projeção financeira e de eficiência

Projeção de eficiência e valor estimado para a gestão hospitalar

Estimativas construídas a partir da literatura científica em intervenções assistidas por animais, aplicadas à realidade operacional de hospitais, clínicas e centros de reabilitação.

Adesão terapêutica

Absenteísmo e faltas não justificadas em reabilitação.

Projeção de eficiência & valor estimado

Até 30% menos faltas

Em uma agenda de 500 sessões/mês a R$ 120, recuperar 60 sessões representa cerca de R$ 7.200/mês de receita antes ociosa.

Mecanismo e evidência científica

A presença do cão reduz a ansiedade antecipatória associada ao procedimento e cria expectativa positiva quanto ao comparecimento, aumentando a continuidade do plano terapêutico.

Marcus et al. (2012); Cole et al. (2007)

Tempo em tarefa

Tolerância ao esforço em treinos de marcha, equilíbrio e motricidade.

Projeção de eficiência & valor estimado

+20% a 30% de permanência

Mais repetições por sessão sem aumento de custo de hora-profissional.

Mecanismo e evidência científica

A redução da dor percebida e do cansaço relatado durante a intervenção assistida amplia a janela útil de exercício dentro da mesma sessão.

Marcus et al. (2012)

Eficiência operacional

Giro de vagas, tempo de internação e alta em reabilitação.

Projeção de eficiência & valor estimado

1 a 2 dias a menos de permanência

Com diária média de R$ 900, cada dia evitado libera cerca de R$ 900 por leito e antecipa nova ocupação.

Mecanismo e evidência científica

Melhora de parâmetros cardiopulmonares e hemodinâmicos e redução de estresse em pacientes hospitalizados favorecem evolução clínica e progressão mais rápida do plano.

Cole et al. (2007)

Gestão do passivo sanitário

Dupla técnica, adequação à CCIH e remoção imediata do cão após a sessão.

Projeção de eficiência & valor estimado

Redução expressiva do risco e do custo de não conformidade

Evita interdição de atividade, retrabalho de auditoria e desgaste institucional.

Mecanismo e evidência científica

Programas com protocolo sanitário formal, triagem veterinária e permanência controlada do animal mantêm as taxas de evento adverso em níveis desprezíveis.

Marcus et al. (2012); diretrizes de CCIH

Mecanismo científico por trás dos números

A interação estruturada com o cão eleva ocitocina e reduz cortisol e frequência cardíaca, o que diminui a percepção de dor e a ansiedade antecipatória. Com menor estresse fisiológico, o paciente tolera mais tempo de esforço, adere ao plano terapêutico e reduz recusas e faltas — e é essa combinação de autorregulação e engajamento que converte efeito clínico em ganho financeiro e operacional para a instituição.

Nota: As estimativas e projeções de impacto monetário, operacional e percentual apresentadas baseiam-se em dados consolidados da literatura científica internacional (Marcus et al., Cole et al., Jalongo et al., Spruin et al.) e em simulações de cenários operacionais. Os resultados reais podem variar de acordo com o porte, taxa de ocupação, perfil epidemiológico e adesão institucional de cada contratante.

Dois eixos de leitura

Como o cão atua na sessão e o que isso significa para a instituição

A mesma intervenção precisa ser compreendida pelo profissional que executa e pelo gestor que aprova o investimento. Apresentamos os dois lados de forma explícita.

Para o profissional técnico

Como o cão atua na sessão

Facilitador bioafetivo, não recurso decorativo
O cão é um estímulo de alto engajamento e não julgador: ele sustenta a atenção do paciente na tarefa proposta pelo profissional habilitado, que permanece responsável pela conduta clínica.
Metas individuais por paciente
Cada participante entra no programa após triagem, com objetivos definidos junto à equipe assistencial, critérios de progressão e registro em prontuário.
Sessões com estrutura previsível
Duração predeterminada, frequência semanal, ciclos de atividade com pausas e leitura contínua de sinais de bem-estar do cão e de tolerância do paciente.
Cães de intervenção preparados
Anamnese comportamental rigorosa e dessensibilização para ambientes críticos, incluindo alarmes, equipamentos, macas e circulação intensa de UTI.

Para o gestor administrativo

Impacto para a instituição

Adesão e absenteísmo
Aumento da presença nas sessões e redução de faltas em programas da rede pública e de reabilitação continuada.
Otimização de filas e alta
Maior tolerância ao esforço e engajamento tendem a acelerar o tempo de alta fisioterapêutica e fonoaudiológica, liberando vagas na agenda.
Giro de leito e internação
Manejo do estresse hospitalar contribui para melhor resposta ao tratamento, tempo de internação e experiência do paciente e da família.
Humanização e acreditação
Evidência documentada para políticas de humanização, processos de acreditação hospitalar e prestação de contas de programas municipais.

Modelo de implantação

Duas formas de contratar, com gestão sempre do nosso lado

Capacitação da equipe própria

Formamos e supervisionamos a equipe técnica da instituição, entregando protocolos, fluxos de biossegurança, instrumentos de avaliação, reuniões periódicas e supervisão contínua — com responsabilidade técnica do Instituto sobre o programa.

Execução com nossa equipe

Disponibilizamos profissionais de saúde contratados pelo Instituto, condutores especialistas e cães de intervenção avaliados, com documentação sanitária completa, escalas gerenciadas e relatórios entregues à gestão.

Protocolo em 100% dos atendimentos

Cada sessão é conduzida por terapeuta + condutor especialista do cão

Em todas as nossas intervenções clínicas, o cão de intervenção é acompanhado por um condutor especialista durante toda a atividade e não permanece no local fora do horário da sessão. Essa regra sustenta o foco clínico, segurança do participante, bem-estar animal e a integridade do processo — e faz parte do escopo gerenciado pelo Instituto, sem sobrecarga para a instituição contratante.

Dupla técnica fixa

O terapeuta conduz o atendimento enquanto o condutor cuida da condução adequada do cão, sem dividir a atenção entre paciente e animal.

Cão não fica no local

O animal chega e sai junto com o condutor, participa ativamente da atividade e é retirado ao final, preservando sua qualidade de vida e rotina.

Capacitação da equipe

Oferecemos formação para o profissional que atuará junto ao condutor e para toda a equipe que conviverá com o animal, alinhando cineterapia, biossegurança e objetivos da instituição.

Materiais técnicos

Baixe os modelos institucionais

Documentos demonstrativos para avaliação interna da sua equipe antes da reunião técnica sobre intervenções clínicas hospitalares.

Modelo de Relatório de Evolução e Indicadores

Template institucional com identificação do programa, registro por sessão, indicadores de gestão, checklist de biossegurança e campos de responsabilidade técnica.

PDF demonstrativo · 2 páginas

Baixar PDF

Apresentação Técnica Comercial

Escopo dos programas, diferença entre voluntariado recreativo e intervenção estruturada, fluxo de implantação, corpo técnico, conformidade e modelos de contratação.

PDF demonstrativo · 2 páginas

Baixar PDF

Conformidade com a LGPD

Os materiais disponibilizados são templates institucionais. Nenhum dado real de pacientes, alunos ou assistidos é publicado no site ou armazenado fora do prontuário da instituição contratante. Em projetos ativos, o tratamento de dados segue a LGPD (Lei 13.709/2018), com termos de consentimento, minimização de dados e guarda sob responsabilidade técnica do profissional habilitado.

Segmentos atendidos

Setor público, setor privado e corporativo

Frente científica complementar

Outras espécies em SAA

Acompanhamos evidências sobre intervenções assistidas por outras espécies — como aquários terapêuticos em salas de espera e seus efeitos sobre percepção de tempo de espera, ansiedade e pressão arterial. É uma frente complementar de estudo: o cão de intervenção permanece o núcleo da nossa atuação clínica e institucional.

Estrutura da proposta

Os três eixos de valor para a gestão de saúde

A mesma decisão precisa fechar em três frentes: o que muda na rotina assistencial, quais normas ficam cobertas e de onde sai o recurso.

Eficiência Operacional · O Como

O que muda na rotina assistencial

  • Menos faltas e recusas: a sessão passa a ter valor percebido pelo paciente e pela família.
  • Mais repetições dentro da mesma hora-profissional, sem ampliar custo de escala.
  • Menor necessidade de sedação e ansiolítico em pediatria, imagem e odontologia.
  • Alta fisioterapêutica e fonoaudiológica antecipada, liberando vaga na agenda.

Conformidade & Blindagem Institucional · O Porquê Agora

Normas e blindagem institucional

  • Protocolo sanitário alinhado à CCIH, com triagem veterinária e permanência controlada do cão.
  • Responsabilidade técnica formalizada e termos de consentimento por paciente.
  • Registro em prontuário e relatórios auditáveis para acreditação e órgãos de controle.
  • Tratamento de dados conforme a LGPD, com relatórios institucionais e não nominais quando exigido.

Impacto, Conformidade e Custeio · O Retorno

Retorno e caminho de custeio

  • Receita antes ociosa recuperada com a queda do absenteísmo em programas continuados.
  • Cerca de R$ 900 liberados por dia de internação evitado, com antecipação de nova ocupação.
  • Custo zero para o caixa próprio quando enquadrado em Fundo Municipal de Saúde, emenda impositiva ou PRONAS/PCD.
  • O paciente atendido não paga nada: o custeio é institucional e orçamentário.

Engenharia de contratação

Como se implanta aqui

Caminho administrativo, prazo e pré-requisitos para viabilizar o programa em hospitais, clínicas e redes públicas de saúde.

Instrumento jurídico de contratação

  • Setor público: Termo de Fomento ou Colaboração (MROSC / Lei 13.019/2014) e Chamamento Público.
  • Contratação direta por dispensa de licitação para escopos de menor valor, com plano de trabalho e indicadores.
  • Hospitais privados, filantrópicos e operadoras: contrato direto de prestação de serviço técnico.
  • Emendas impositivas e projetos PRONAS/PCD, com o Instituto apoiando a formatação técnica.

Prazo médio de implantação

30 a 60 dias entre diagnóstico e primeira sessão

Pré-requisitos básicos

  • Sala ou área definida com fluxo de entrada e saída acordado com a CCIH.
  • Indicação dos pacientes e metas por caso junto à equipe assistencial.
  • Autorização institucional e termos de consentimento assinados.
  • Definição do responsável interno pelo acompanhamento dos relatórios.

O custo do risco de não agir

O cenário atual também tem preço

Manter o cenário atual não é neutro: o custo aparece em leito parado, agenda ociosa, glosa e apontamento de auditoria.

Leito e agenda travados

Cada dia de internação prolongada e cada sessão perdida consomem estrutura já paga.

Produção contratualizada não cumprida

Metas pactuadas não atingidas geram glosa e perda de repasse.

Fragilidade em acreditação

Sem evidência documentada de humanização, o processo de acreditação perde pontuação.

Passivo sanitário informal

Visitas animais sem protocolo de CCIH expõem a instituição a evento adverso e interdição.

Metodologia de cálculo e fundamentação dos números

Nota: As estimativas e projeções de impacto monetário, operacional e percentual apresentadas baseiam-se em dados consolidados da literatura científica internacional (Marcus et al., Cole et al., Jalongo et al., Spruin et al.) e em simulações de cenários operacionais. Os resultados reais podem variar de acordo com o porte, taxa de ocupação, perfil epidemiológico e adesão institucional de cada contratante.

Acesso Gratuito e Universal para o Atendido

Projetos 100% custeados via fontes orçamentárias e fundos institucionais. O paciente, o aluno ou o cidadão recebe intervenção clínica de alta performance sem qualquer custo financeiro.

Próximo passo

Leve o programa para a pauta da sua diretoria

Preparamos apresentação com escopo, protocolo sanitário, indicadores e formato de contratação adequado ao seu tipo de instituição.

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