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Artigo · Cinoterapia

Por que não basta adestrar meu cachorro e levá-lo para atender meu paciente?

A diferença entre ter um cão treinado e estruturar uma intervenção segura e por que a função do condutor precisa fazer parte da discussão sobre Cinoterapia

Patrícia Zuchi de Siqueira — Fundadora 25 de setembro de 2026 14 min de leitura
“Profissional, condutor e criança durante atividade de Cinoterapia com cão Golden Retriever, ilustrando a divisão de responsabilidades entre o cuidado com o participante e a conduç

Ter um cão adestrado e formação profissional não elimina os desafios de conduzir uma intervenção assistida por animais. Este artigo discute a sobrecarga gerada pela responsabilidade simultânea pelo participante e pelo cão, os riscos da atenção dividida e a importância da função do condutor para a segurança, o bem-estar animal e a estruturação técnica da Cinoterapia.

A ideia parece simples e, à primeira vista, bastante lógica. Um psicólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, pedagogo, professor ou outro profissional já possui formação para trabalhar com pessoas, convive com um cão sociável e equilibrado e decide buscar formação em intervenções assistidas por animais. O próximo passo parece evidente: preparar ou adestrar esse cão e incorporá-lo aos próprios atendimentos. Se o profissional conhece sua área, conhece seu cachorro e investiu na preparação do animal, por que seria necessária a presença de outra pessoa?

O problema começa quando deixamos de pensar apenas na possibilidade de realizar uma atividade com um cão e passamos a considerar tudo o que precisa ser sustentado antes, durante e depois de uma intervenção profissional. Cinoterapia não consiste simplesmente em acrescentar um cachorro treinado a um atendimento que já existia. Quando um animal passa a integrar intencionalmente uma intervenção, surgem responsabilidades específicas relacionadas ao seu comportamento, manejo, bem-estar, segurança, carga de trabalho e interação com o participante. Essas responsabilidades coexistem com aquelas que o profissional já possui em relação à pessoa atendida.

Essa distinção é importante porque adestramento e preparação para Serviços Assistidos por Animais não são sinônimos. As diretrizes internacionais da International Association of Human-Animal Interaction Organizations (IAHAIO) incluem, na formação para atuação profissional com animais, conteúdos relacionados à relação humano-animal, métodos de intervenção, legislação, higiene e gestão de riscos, seleção e adequação dos animais, manutenção e treinamento, etologia e fundamentos de medicina veterinária. Para profissionais já qualificados nas áreas de terapia, educação, coaching ou medicina que desejam incorporar animais à própria atuação, a IAHAIO recomenda formação específica substancial, com pelo menos 450 horas, incluindo no mínimo 60 horas de prática, além de avaliação teórica e prática (IAHAIO, 2022).

Isso ajuda a demonstrar por que possuir um cão adestrado não encerra a questão. O animal não é um recurso técnico que recebe determinado treinamento e permanece indefinidamente nas mesmas condições. Seu comportamento é influenciado pelas experiências vividas, pelo ambiente, pela saúde, pela frequência e intensidade do trabalho, pelas características das pessoas com quem interage e pela própria maneira como essas interações são conduzidas. O treinamento precisa ser mantido, o comportamento precisa continuar sendo observado e a adequação daquele cão para determinada situação precisa ser reavaliada ao longo de sua vida de trabalho.

A dificuldade se torna ainda mais evidente quando observamos uma sessão real. Enquanto o profissional acompanha o participante, precisa manter atenção sobre os objetivos da intervenção, suas respostas, comunicação, comportamento, segurança e eventuais necessidades de adaptação. Ao mesmo tempo, o cão continua sendo um indivíduo que também precisa ser observado. Alguém precisa perceber alterações comportamentais, reconhecer sinais de desconforto ou estresse, acompanhar posicionamento e deslocamento, manejar aproximações, antecipar interações inadequadas, controlar a intensidade da atividade e decidir quando o animal precisa de uma pausa ou deve ser retirado.

Portanto, a pergunta central não é simplesmente se determinado profissional é capaz de aprender sobre cães. A questão é o que acontece quando o participante e o cão precisam de atenção simultaneamente. Mesmo que uma única pessoa possua conhecimentos suficientes para compreender os dois lados da intervenção, ela continua tendo de observar, interpretar e responder a duas fontes de informação ao mesmo tempo.

Ter duas competências não elimina duas responsabilidades

A literatura internacional reconhece diferentes formas de estruturar os Serviços Assistidos por Animais. A IAHAIO define o handler como a pessoa responsável pelo animal, que o conhece muito bem ou é sua proprietária, e admite que essa pessoa também possa ser um profissional qualificado atuando em terapia, educação ou outras áreas. Portanto, não seria correto afirmar que existe consenso internacional determinando que profissional e condutor obrigatoriamente sejam sempre pessoas distintas (IAHAIO, 2022).

Entretanto, reconhecer que uma única pessoa pode assumir as duas funções não significa concluir que essa configuração seja equivalente, em termos operacionais, à separação das responsabilidades. Townsend e Gee (2021), ao discutirem o reconhecimento e a redução do estresse canino durante intervenções assistidas por animais, apresentam diferenças entre configurações nas quais terapeuta e responsável pelo cão são pessoas distintas e aquelas nas quais o terapeuta também assume a responsabilidade pelo animal. No chamado modelo triangular, uma única pessoa responde simultaneamente pelo cliente e pelo cão; entre os desafios identificados pelos autores estão a responsabilidade exclusiva pelo bem-estar de ambos, a atenção dividida em razão do foco no cliente, atendimentos consecutivos e exigências de produtividade. No modelo diamante, a presença de uma pessoa prioritariamente responsável pelo cão cria uma camada adicional de acompanhamento do animal durante a intervenção (TOWNSEND; GEE, 2021).

O mesmo estudo destaca que sinais de estresse canino podem ser sutis e que uma das principais responsabilidades do condutor é justamente acompanhar o bem-estar do cão, observando simultaneamente seu comportamento, o ambiente e as interações que estão acontecendo. Os autores discutem fatores capazes de dificultar a percepção ou a resposta a esses sinais, entre eles demandas do participante, objetivos terapêuticos, pressões relacionadas à atividade e a presença ou ausência de alguém especificamente responsável por defender os interesses do animal durante a intervenção (TOWNSEND; GEE, 2021).

Esse problema também aparece em pesquisa qualitativa sobre Terapia Assistida por Animais com pessoas com transtorno do espectro autista. Ao discutir diferentes configurações de atendimento, profissionais entrevistados destacaram que participantes com necessidades mais significativas podem demandar modelos com mais profissionais, permitindo dividir a observação da pessoa e do animal. A pesquisa não estabelece que um modelo seja universalmente obrigatório, mas evidencia que a própria complexidade do participante pode alterar a estrutura necessária para que a intervenção seja conduzida com segurança (HILL et al., 2022).

É justamente nesse ponto que a discussão deixa de ser sobre a capacidade individual de determinada categoria profissional. Um psicólogo pode estudar comportamento canino, um fisioterapeuta pode adquirir experiência com cães, um professor pode desenvolver competências de condução e alguém originalmente especializado no trabalho com animais pode também possuir formação em uma área humana. O problema não está em determinar que determinada profissão seja incapaz de aprender outra competência. Está em reconhecer que possuir duas competências não elimina a necessidade de exercer duas responsabilidades simultaneamente.

Também seria equivocado presumir que uma graduação destinada ao atendimento humano automaticamente capacite alguém para selecionar, preparar, manter e conduzir um cão de trabalho. A própria extensão da formação recomendada pela IAHAIO demonstra que incorporar animais profissionalmente exige conhecimentos específicos que ultrapassam o simples adestramento. Da mesma maneira, possuir conhecimento avançado sobre comportamento animal não habilita alguém automaticamente a exercer Psicologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional ou qualquer outra profissão regulamentada. A interdisciplinaridade começa justamente pelo reconhecimento dos limites e das competências próprias de cada função.

O problema não termina quando o cão aprende

Um dos aspectos menos visíveis para quem está começando é que o trabalho necessário para manter um cão em condições adequadas de atuação continua depois da formação e do treinamento inicial. É necessário manter comportamentos, acompanhar mudanças, observar como diferentes experiências afetam o animal, organizar sua rotina e controlar sua exposição às atividades. Também é necessário aceitar que um cão preparado pode, em determinado dia ou período, não estar em condições adequadas para participar.

Isso cria um problema particularmente delicado quando o mesmo profissional é responsável pelo participante, pelo cão e pela própria prestação do serviço. Se existem pacientes agendados, metas terapêuticas ou educacionais e expectativas da instituição, quem protege o interesse do animal quando sua participação deixa de ser conveniente? Townsend e Gee (2021) discutem justamente como fatores humanos, objetivos terapêuticos e pressões do contexto podem interferir na capacidade de reconhecer e responder adequadamente ao desconforto do cão.

A carga de trabalho também não pode ser avaliada apenas pelo tempo de uma sessão isolada. É preciso considerar a sequência de atendimentos, a intensidade das interações, os deslocamentos, os períodos de descanso e recuperação e tudo aquilo que o animal vivenciou antes de entrar naquele ambiente. Quando o profissional está concentrado no atendimento humano, essas variáveis não deixam de existir.

Nesse sentido, a pergunta “meu cão é adestrado?” é insuficiente para determinar se existe uma estrutura adequada para Cinoterapia. É necessário perguntar quem acompanha esse cão durante o trabalho, quem monitora sua carga de atividades, quem percebe alterações, quem mantém sua preparação e quem possui autonomia para interromper sua participação quando necessário.

Quando a divisão de atenção deixa de ser apenas uma hipótese

Para o Instituto Cinoterapia, essa discussão também nasce da experiência prática. Ao longo de aproximadamente oito anos de atuação em Serviços Assistidos por Animais, sua responsável técnica vivenciou diferentes configurações de trabalho, inclusive situações nas quais precisou acumular a condução do cão e a responsabilidade pelo participante. Mesmo possuindo formação específica em Serviços Assistidos por Animais, formação em Ciências Biológicas, experiência com comportamento e manejo animal e conhecimentos relacionados à saúde, a experiência de concentrar essas responsabilidades evidenciou uma sobrecarga significativa de atenção e tomada de decisão.

Essa vivência não é apresentada como prova científica de que todos os profissionais terão necessariamente a mesma experiência. Ela possui outra função neste debate: demonstrar que a preocupação com a divisão de responsabilidades não surgiu apenas de uma preferência administrativa ou de uma interpretação abstrata da literatura. A própria prática mostrou que, quando participante e cão demandam atenção simultaneamente, uma única pessoa precisa estabelecer prioridades instantaneamente, e durante esse processo alguma parte da interação inevitavelmente receberá menos atenção.

Essa questão se torna ainda mais importante quando se reconhece que mesmo estruturas destinadas a reduzir riscos não conseguem eliminá-los completamente. Intervenções envolvendo seres vivos são dinâmicas e comportamentos inesperados podem ocorrer tanto por parte do participante quanto do animal. Por isso, a segurança não deveria ser pensada apenas a partir do cenário em que tudo acontece conforme o planejado, mas também a partir da capacidade da equipe de responder quando algo não acontece como esperado.

Foi a combinação entre experiência prática, análise de risco e conhecimento técnico que levou o Instituto a adotar um princípio operacional mais conservador: durante a intervenção, a responsabilidade prioritária pelo participante e a responsabilidade prioritária pelo cão não devem ficar concentradas na mesma pessoa. Não se trata de afirmar que essa separação seja atualmente uma obrigação legal geral da Cinoterapia no Brasil, tampouco de negar a existência de modelos internacionais em que o profissional também atua como condutor. Trata-se de uma posição técnica institucional baseada no entendimento de que a separação das funções reduz conflitos de atenção e cria melhores condições para que tanto participante quanto cão tenham alguém prioritariamente atento às suas necessidades.

O condutor não é apenas quem segura a guia

Quando a intervenção é observada dessa maneira, torna-se mais fácil compreender por que o condutor não deveria ser entendido como uma figura acessória. Sua função não consiste simplesmente em manter o cão próximo ao profissional ou executar comandos previamente ensinados por um adestrador. O condutor é a pessoa que acompanha continuamente o animal durante a intervenção, conhece seu comportamento, interpreta suas respostas, maneja sua participação e precisa reconhecer quando determinado contexto deixou de ser adequado.

A própria IAHAIO associa ao papel do handler a responsabilidade pelo animal e o conhecimento profundo daquele indivíduo. Suas diretrizes também estabelecem conteúdos específicos relacionados à manutenção e ao treinamento dos animais, etologia, medicina veterinária, seleção, adequação e gestão de riscos. Isso demonstra que a dimensão animal da intervenção constitui um campo próprio de responsabilidade e não uma tarefa secundária que surge apenas quando o cachorro apresenta um problema (IAHAIO, 2022).

Reconhecer a necessidade dessa função leva a uma segunda discussão igualmente importante: quais conhecimentos, experiências e competências alguém precisa possuir para ser condutor em Cinoterapia? Essa questão merece ser tratada separadamente. Antes de estabelecer quem está preparado para ocupar essa função, porém, é necessário compreender por que ela existe e por que não deveria ser reduzida à ideia de simplesmente acompanhar um cão já adestrado.

A Equoterapia como referência para pensar a estrutura

No Brasil, existe uma experiência regulatória importante que pode contribuir para essa discussão. A Lei nº 13.830, de 13 de maio de 2019, regulamenta a Equoterapia, e não a Cinoterapia. Qualquer utilização dessa norma como referência precisa preservar essa distinção. Ainda assim, a maneira como a legislação estruturou outra modalidade de intervenção mediada por animal oferece elementos relevantes para pensar a organização de equipes.

A lei define a Equoterapia como método de reabilitação que utiliza o cavalo em abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação. Para sua realização, estabelece equipe multiprofissional e determina como equipe mínima de atendimento psicólogo, fisioterapeuta e profissional de equitação, podendo outros profissionais integrar o programa conforme seus objetivos. A norma, portanto, reconhece institucionalmente que diferentes dimensões da intervenção exigem competências distintas dentro de uma estrutura multiprofissional (BRASIL, 2019).

Utilizar essa experiência como referência não significa defender que a futura regulamentação da Cinoterapia deva simplesmente copiar a composição prevista para a Equoterapia. Cães e cavalos apresentam características diferentes, os contextos de intervenção não são idênticos e qualquer regulamentação precisa considerar as particularidades da modalidade que pretende disciplinar. O princípio que merece atenção é outro: a existência de uma formação na área humana não torna desnecessária a competência específica relacionada ao animal.

É justamente esse princípio que o Instituto considera relevante para a Cinoterapia. Se o participante possui necessidades que exigem acompanhamento profissional e o cão possui necessidades comportamentais, físicas e emocionais que também precisam ser continuamente acompanhadas, a composição da equipe deveria refletir essa dupla responsabilidade.

As dificuldades podem aparecer depois, e não no primeiro atendimento

É possível que um profissional prepare seu cão e consiga realizar uma primeira atividade aparentemente tranquila. Também é possível que consiga repetir essa experiência várias vezes. O desafio mais difícil de perceber inicialmente é o que acontece quando essa configuração precisa deixar de ser uma experiência pontual e transformar-se em um serviço contínuo.

Com o tempo, será necessário conciliar agenda profissional e rotina do animal, manter treinamento, controlar carga de trabalho, acompanhar mudanças comportamentais, adaptar atividades, lidar com diferentes participantes e ambientes e decidir quando o cão não deve trabalhar. Também será necessário responder a situações nas quais a necessidade do participante entra em conflito com a necessidade do animal.

A partir da experiência acumulada pelo Instituto, existe a preocupação de que profissionais que inicialmente planejem acumular atendimento e condução descubram posteriormente que a dificuldade não estava apenas em preparar o cão, mas em sustentar simultaneamente as duas responsabilidades. Essa é uma projeção derivada da experiência profissional e não deve ser apresentada como resultado epidemiológico sobre todos os profissionais que trabalham nesse modelo. Entretanto, a literatura descreve mecanismos que tornam essa preocupação plausível, como atenção dividida, responsabilidade simultânea pelo cliente e pelo animal, dificuldade de reconhecer sinais sutis de estresse e pressões relacionadas a sessões consecutivas e produtividade (TOWNSEND; GEE, 2021).

Esse ponto também ajuda a compreender por que realizar uma sessão não é o mesmo que manter um serviço. Um cão pode apresentar bom desempenho em uma atividade isolada e, ainda assim, existir uma estrutura insuficiente para sustentar sua participação de maneira segura ao longo do tempo. A qualidade de um programa não pode depender apenas da capacidade individual de um profissional suportar continuamente uma sobrecarga de funções que poderiam ser distribuídas.

O que essa discussão significa para uma futura regulamentação da Cinoterapia

A ausência de uma regulamentação específica para a Cinoterapia não deveria significar ausência de debate técnico sobre os padrões que poderão orientar essa atividade no futuro. Pelo contrário, é antes da construção de uma norma que profissionais, pesquisadores, instituições e gestores precisam discutir quais estruturas conseguem proteger adequadamente todas as partes envolvidas.

O Instituto Cinoterapia defende que uma futura regulamentação brasileira reconheça formalmente a função do condutor e considere a separação entre a responsabilidade prioritária pelo cão e a responsabilidade profissional pelo participante como elemento de segurança, qualidade e proteção do bem-estar animal. Essa posição não se fundamenta na ideia de que profissionais da saúde, educação ou assistência sejam incapazes de adquirir conhecimentos sobre cães, mas no reconhecimento de que adquirir duas competências não elimina o problema de precisar exercer simultaneamente duas responsabilidades que exigem atenção contínua.

Também é importante que essa discussão não seja reduzida à certificação inicial do animal. Uma regulamentação que se limite a exigir determinado treinamento ou avaliação do cão, sem discutir quem será responsável por ele durante as intervenções e como seu bem-estar será acompanhado ao longo da vida de trabalho, resolveria apenas uma parte do problema.

A pergunta regulatória, portanto, não deveria ser somente quais cães podem participar da Cinoterapia ou quais profissionais podem utilizar animais em suas práticas. Também precisa incluir quem assume a responsabilidade pelo animal durante o atendimento, quais competências essa função exige, como a carga de trabalho será acompanhada e quais mecanismos devem existir para interromper uma atividade quando a segurança ou o bem-estar de qualquer uma das partes estiver comprometido.

Afinal, por que não basta adestrar meu cachorro e levá-lo para atender meu paciente?

Porque o adestramento resolve apenas uma parte de um sistema muito maior. Cinoterapia envolve um participante com necessidades próprias, um profissional com objetivos e responsabilidades específicas, um cão co

Referências

BRASIL. Lei nº 13.830, de 13 de maio de 2019. Dispõe sobre a prática da equoterapia. Brasília, DF: Presidência da República, 2019. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/l13830.htm. Acesso em: 25 set. 2026. HILL, Jennifer et al. An evaluation of animal-assisted therapy for autism spectrum disorders: therapist and parent perspectives. Psychological Studies, 2022. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8907032/. Acesso em: 25 set. 2026. INTERNATIONAL ASSOCIATION OF HUMAN-ANIMAL INTERACTION ORGANIZATIONS (IAHAIO). IAHAIO international guidelines for minimum standards for education and training in animal-assisted interventions (AAI). [S. l.]: IAHAIO, 2022. Disponível em: https://iahaio.org/iahaio-international-guidelines-for-minimum-standards-for-education-and-training-in-animal-assisted-interventions-aai/. Acesso em: 25 set. 2026. TOWNSEND, Lisa; GEE, Nancy R. Recognizing and mitigating canine stress during animal assisted interventions. Veterinary Sciences, Basel, v. 8, n. 11, art. 254, 2021. DOI: 10.3390/vetsci8110254. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34822627/. Acesso em: 25 set. 2026.
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